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Bad Guys Blues

 

 

Pode até parecer clichê "...mais uma banda que toca blues e rock and roll..." Enganam-se os desavisados de plantão!!! Ao ouvir o som dos caras, nota-se claramente um diferencial. Mas afinal, que diferencial é esse? Será por que se trata de um “Power Trio” descomprometido com interpretações idênticas, o que permite uma leitura própria e peculiar? Será por que misturam a paixão do blues com a força do rock and roll em suas performances? Ou será por que são realmente iluminados e tem a missão de nos proporcionar algo diferente? É, vale à pena conferir para que cada um tire suas próprias conclusões... Abaixo, um breve histórico de cada integrante: (quem sabe ajude a entender de onde vem tanta inspiração...)

 

 

 

 

 

 

 “...Culpem as almofadas e panelas da minha mãe”

Desde 1988 com a música no coração, começou (como a maioria dos músicos dessa época) ouvindo rock nacional (Titãs, Plebe Rude, Paralamas). Aos poucos foi devorando tudo sobre o rock e a música internacional; de The doors a The Police, de Led Zeppeling a Nirvana. Começou a ouvir e a curtir o Blues em 1994, quando Eric Clapton lançou o CD “From the Cradle”, uma coletânea com leituras de grandes clássicos do blues, e não parou mais... Percebeu, a partir de então, que tinha um timbre vocal propício ao blues, e começou a desenvolver a difícil (porém não impossível) arte de tocar bateria e cantar ao mesmo tempo. Já tocou em várias bandas, de varios estilos. Além da Bad Guys Blues, atua em outras bandas como a Clube Big Beatles, Os Lambretas e Overload. Se destaca por transmitir força com emoção em suas viradas e rufos...

 

Pode até parecer clichê "...mais uma banda que toca blues e rock and roll..." Enganam-se os desavisados de plantão!!! Ao ouvir o som dos caras, nota-se claramente um diferencial. Mas afinal, que diferencial é esse? Será por que se trata de um “Power Trio” descomprometido com interpretações idênticas, o que permite uma leitura própria e peculiar? Será por que misturam a paixão do blues com a força do rock and roll em suas performances? Ou será por que são realmente iluminados e tem a missão de nos proporcionar algo diferente? É, vale à pena conferir para que cada um tire suas próprias conclusões... Abaixo, um breve histórico de cada integrante:
(quem sabe ajude a entender de onde vem tanta inspiração...)

Guto Ferrari – Bateria & Voz:

“...Culpem as almofadas e panelas da minha mãe”

Desde 1988 com a música no coração, começou (como a maioria dos músicos dessa época) ouvindo rock nacional (Titãs, Plebe Rude, Paralamas). Aos poucos foi devorando tudo sobre o rock e a música internacional; de The doors a The Police, de Led Zeppeling a Nirvana. Começou a ouvir e a curtir o Blues em 1994, quando Eric Clapton lançou o CD “From the Cradle”, uma coletânea com leituras de grandes clássicos do blues, e não parou mais... Percebeu, a partir de então, que tinha um timbre vocal propício ao blues, e começou a desenvolver a difícil (porém não impossível) arte de tocar bateria e cantar ao mesmo tempo. Já tocou em bandas como Maurethânia (?Beer Metal?), em bandas de baile como Golden Years Band, e Elvis Club Band, Covil Power Trio e Big Boss, com Murilo Godoy e suas guitarras. Se destaca por transmitir força com emoção em suas viradas e rufos...

 
Ueliton Oliveira – Baixo e backing Vocals:

 “Não existem notas erradas, existem escolhas pobres”

Uéliton Oliveira iniciou musicalmente em 1997 tocando guitarra, porém descobriu que sua verve era para o contrabaixo e  em menos de seis meses abandonou aquele instrumento.  Suas primeiras influências foram a música instrumental de Stuart Hamm e Steve Morse. Aos poucos foi aprendendo a ouvir artistas como: Chico Buarque, Milton Nascimento, Arturo  Sandoval, Arthur Maia, etc... o que lhe proporcionou conduzir reggae, rock, funk e samba com vocabulário e sotaque peculiar a cada estilo.  Já atuou com as extintas bandas Soul Reggae e Dr. Savage. Em 2005 ingressou no curso de música popular da FAMES. Também se apresentou com respeitados guitarristas de Vitória como: Leo Carvalho, Kiko guitarra, Alexandre Lima e Saulo Simonassi. Atualmente é integrante compositor da Banda Universo Reciclado e integrante fundador do projeto BadGuysBlues, além de acompanhar a Cantora  Raquel Passos e trabalhar com musicalização infantil e para a comunidade nas escolas públicas de Cariacica.  


Fabrício  Hoffmann – Guitarras:

“O verdadeiro guitarrista nunca envelhece, fica vintage!”

Fabricio iniciou na música entre os 12 e 13 anos influenciado por bandas como Catedral e Legião Urbana. Aos poucos foi se aprimorando e agregando novos conhecimentos musicais dos mais variados estilos. Desde reggae, pop rock, mpb, heavy metal até chegar ao blues. Apesar de ter uma enorme paixão pelo blues resolveu trilhar o estilo metal em que atuou com uma banda de death metal por 5 anos, paralelamente trabalhando como sideman com bandas baile e dupla sertaneja. Mas em 2008 um antigo sonho se realiza. Fabricio é convidado pra ocupar o cargo de guitarrista numa nova banda de blues que tivera feito alguns shows com o nome de VoodooBlues. É formada então a BadGuysBlues, onde Fabricio tem a total liberdade pra criar, arranjar e improvisar no estilo que mais gosta. Atualmente cursa licenciatura em música na UFES pretendendo se aperfeiçoar no ensino da música e no enriquecimento cultural de sua comunidade.

“Blues e rock and roll na veia...” Esta é sem dúvida a melhor definição para o som dessa banda!

 

 

 


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© Guto Ferrari